Doenças comuns de plantas
50 das doenças de plantas mais comuns documentadas com fotos de identificação, etapas de tratamento e guias de prevenção — cobrindo culturas na África, Sul da Ásia e América do Sul. Nosso scanner IA consegue detectar doenças a partir de uma única foto.
50
Doenças
4
Níveis de gravidade
59
Tipos de cultura
8
Idiomas
Mostrando 50 de 50
Amarelecimento Letal do Coqueiro
Candidatus Phytoplasma palmae (16SrIV group)
O amarelecimento letal mata coqueiros em poucos meses. Conheça os sinais precoces e estratégias para proteger seu coqueiral.
Antracnose da Mangueira
Colletotrichum gloeosporioides
A antracnose é a principal doença da mangueira. Aprenda a proteger sua produção com tratamentos preventivos na floração e manejo pós-colheita adequado.
Antracnose do Inhame
Colletotrichum gloeosporioides
A antracnose do inhame é uma doença devastadora que pode destruir toda a folhagem. Conheça as medidas de controle para proteger sua produção.
Antracnose do Sorgo
Colletotrichum sublineolum
A antracnose do sorgo é uma doença devastadora em regiões tropicais. Conheça as medidas de controle integrado para proteger sua lavoura.
Brusone do Arroz
Magnaporthe oryzae
A brusone do arroz é causada por Magnaporthe oryzae, a doença mais destrutiva do arroz globalmente. Produz lesões cinza em forma de losango nas folhas e pode causar podridão do pescoço da panícula, causando perda total de grãos. Controle com variedades resistentes, fertilização nitrogenada equilibrada, adubação com silício e aplicações de fungicida triciclazol ou azoxistrobina na iniciação da panícula.
Brusone do Milheto-Dedo
Magnaporthe oryzae (pathotype Eleusine)
A brusone do milheto-dedo pode devastar a produção. Conheça os sintomas e métodos de controle para proteger esta cultura essencial para segurança alimentar.
Brusone do Trigo
Magnaporthe oryzae pathotype Triticum (MoT)
A brusone do trigo é uma doença emergente que pode devastar lavouras. Conheça os sintomas e estratégias de manejo para esta ameaça crescente.
Cancro Cítrico
Xanthomonas citri subsp. citri
O cancro cítrico é causado pela bactéria Xanthomonas citri. Produz lesões eruptivas marrons com halo amarelo em folhas, frutos e ramos. É disseminado por chuvas com vento e ferimentos. Controle com pulverizações cúpricas preventivas, quebra-ventos, variedades menos suscetíveis e controle do minador-dos-citros cujas galerias facilitam a infecção.
Carvão da Cana-de-Açúcar
Sporisorium scitamineum
O carvão da cana-de-açúcar causa chicotes de esporos e perdas de rendimento. Conheça as medidas de controle baseadas em variedades resistentes e sanidade de mudas.
Doença das Estrias Marrons da Mandioca
Cassava brown streak virus (CBSV)
A doença das estrias marrons da mandioca é causada por CBSV/UCBSV transmitidos por moscas-brancas. Causa estrias marrons nos caules, clorose foliar e necrose corticosa marrom nas raízes que destrói a qualidade. As raízes podem parecer normais externamente. Controle com variedades tolerantes, manivas limpas e colheita precoce (antes de 12 meses) para reduzir necrose das raízes.
Doença do Mosaico da Mandioca
African cassava mosaic virus (ACMV)
A doença do mosaico da mandioca é causada por begomovírus transmitidos pela mosca-branca Bemisia tabaci. Causa mosaico amarelo-verde nas folhas, distorção foliar, nanismo e perdas de 20-95% na produção de raízes. Controle com variedades resistentes (TME 419, IITA melhoradas), manivas livres de vírus, remoção de plantas severamente infectadas e controle de moscas-brancas.
Doença do Ramo Inchado do Cacaueiro
Cocoa swollen shoot virus (CSSV)
A doença do ramo inchado do cacaueiro é causada pelo CSSV transmitido por cochonilhas. Causa inchaço dos ramos, mosaico foliar vermelho-esverdeado, frutos pequenos e deformados e declínio progressivo. Não há cura — controle com erradicação de árvores infectadas e vizinhas, replantio com material tolerante e controle de cochonilhas.
Doença Viral da Batata-Doce (SPVD)
Sweet potato feathery mottle virus (SPFMV) + Sweet potato chlorotic stunt virus (SPCSV)
A SPVD é a doença mais devastadora da batata-doce, causando perdas de até 90%. Aprenda a usar material limpo e práticas culturais para proteger sua lavoura.
Enrolamento Foliar do Algodoeiro
Cotton leaf curl virus (CLCuV complex)
O enrolamento foliar do algodoeiro causa perdas devastadoras na produção. Aprenda a identificar os sintomas e implementar estratégias de manejo integrado.
Ferrugem Amarela do Trigo (Ferrugem Estriada)
Puccinia striiformis f. sp. tritici
A ferrugem amarela do trigo é causada por Puccinia striiformis. Produz listras de pústulas amarelas ao longo das nervuras das folhas. Novas raças agressivas se espalharam globalmente. Controle com variedades resistentes, monitoramento precoce, fungicidas triazóis (propiconazol, tebuconazol) ao primeiro sinal e semeadura na época recomendada.
Ferrugem Asiática da Soja
Phakopsora pachyrhizi
A ferrugem asiática da soja causa perdas severas de rendimento. Saiba identificar os sintomas precoces e aplicar tratamentos eficazes para proteger sua lavoura.
Ferrugem do Cafeeiro
Hemileia vastatrix
A ferrugem do cafeeiro é causada por Hemileia vastatrix. Produz manchas alaranjadas pulverulentas na face inferior das folhas, causando desfolha e perda de produtividade. Controle com variedades resistentes (Catimor, Sarchimor), fungicidas cúpricos preventivos, manejo nutricional equilibrado, poda adequada para ventilação e sombreamento moderado.
Ferrugem-do-Colmo do Trigo
Puccinia graminis f. sp. tritici
A ferrugem-do-colmo do trigo é causada por Puccinia graminis. Produz pústulas alongadas cor de ferrugem nos caules e folhas que liberam massas de esporos. A raça Ug99 ameaça a produção global de trigo. Controle com variedades resistentes, aplicação oportuna de fungicidas triazóis e eliminação do hospedeiro alternativo Berberis.
Greening dos Citros (Huanglongbing)
Candidatus Liberibacter asiaticus
O greening (HLB) é a doença mais devastadora dos citros, causada por Candidatus Liberibacter transmitido pelo psilídeo Diaphorina citri. Causa amarelecimento assimétrico das folhas, frutos pequenos e deformados, e morte progressiva da árvore. Não há cura — controle com mudas sadias de viveiros telados, controle intensivo do psilídeo e remoção de plantas sintomáticas.
Mal do Panamá (Murcha de Fusarium da Bananeira)
Fusarium oxysporum f. sp. cubense (Tropical Race 4)
O mal do Panamá é causado por Fusarium oxysporum f. sp. cubense. A raça TR4 ameaça a produção global de Cavendish. O fungo causa amarelecimento, murcha e rachaduras no pseudocaule, com descoloração vascular marrom. Sobrevive no solo por décadas. Não há fungicida eficaz — controle com biossegurança rigorosa, variedades resistentes e mudas de cultura de tecidos.
Malformação da Mangueira
Fusarium mangiferae
A malformação da mangueira é causada por espécies de Fusarium transmitidas por ácaros eriofídeos. Inflorescências infectadas ficam compactadas e deformadas ('vassoura-de-bruxa'), sem produzir frutos. Brotações vegetativas ficam atarracadas com entrenós curtos. Controle com poda e destruição de inflorescências malformadas, controle de ácaros com enxofre e uso de mudas sadias.
Mancha Anelar do Mamoeiro
Papaya ringspot virus (PRSV)
A mancha anelar do mamoeiro pode devastar plantações inteiras. Conheça as estratégias de manejo para proteger sua produção de mamão.
Mancha Angular do Algodoeiro
Xanthomonas citri pv. malvacearum
A mancha angular do algodoeiro causa perdas significativas na produção. Conheça as estratégias de controle baseadas em variedades resistentes e sementes sadias.
Mancha Angular do Feijoeiro
Pseudocercospora griseola
A mancha angular é uma doença severa do feijoeiro. Conheça os sintomas e estratégias de manejo para proteger sua produção de feijão.
Mancha Bacteriana da Pimenta
Xanthomonas euvesicatoria
A mancha bacteriana da pimenta causa perdas severas de produção. Conheça os métodos de prevenção e manejo integrado para proteger sua lavoura.
Mancha Cinzenta do Milho
Cercospora zeae-maydis
A mancha cinzenta do milho é causada por Cercospora zeae-maydis. Produz lesões retangulares cinzentas delimitadas pelas nervuras das folhas. Favorecida por plantio direto sem rotação. Controle com variedades resistentes, rotação de culturas (pelo menos 1 ano sem milho), manejo de restos culturais e fungicidas à base de estrobilurinas na fase de pendoamento.
Mancha Púrpura da Cebola
Alternaria porri
A mancha púrpura da cebola causa lesões escuras e reduz o rendimento significativamente. Conheça as estratégias de manejo integrado.
Míldio
Peronospora spp. / Plasmopara spp.
O míldio é causado por oomicetos que produzem manchas amareladas na face superior das folhas e crescimento felpudo (esporulação) na face inferior. Favorecido por umidade e temperaturas amenas. Controle com fungicidas preventivos (mancozebe, metalaxil + mancozebe), boa circulação de ar, evitar molhamento foliar e variedades resistentes.
Mosaico Comum do Feijoeiro
Bean common mosaic virus (BCMV)
O mosaico comum do feijoeiro causa mosaico e redução de rendimento. Aprenda a usar sementes certificadas e variedades resistentes para proteger sua lavoura.
Mosaico da Soja
Soybean mosaic virus (SMV)
O mosaico da soja causa deformação foliar e perda de rendimento. Conheça os sintomas, formas de transmissão e estratégias de manejo para proteger sua lavoura.
Mosaico do Caupi
Cowpea mosaic virus (CPMV)
O mosaico do caupi causa perdas significativas de rendimento. Conheça os vírus envolvidos e as estratégias de manejo para proteger sua lavoura.
Murcha Bacteriana do Tomateiro
Ralstonia solanacearum
A murcha bacteriana do tomateiro é causada por Ralstonia solanacearum. Causa murcha rápida sem amarelecimento prévio — a planta murcha verde. Cortando o caule e colocando em água, exsudato bacteriano leitoso escorre. Controle com rotação de 5+ anos, enxertia em porta-enxertos resistentes, calagem, solarização e mudas sadias. Sem controle químico eficaz.
Murcha de Fusarium do Tomateiro
Fusarium oxysporum f. sp. lycopersici
A murcha de Fusarium do tomateiro é causada por Fusarium oxysporum f. sp. lycopersici. Causa amarelecimento unilateral, murcha diurna que não se recupera e escurecimento vascular marrom. O fungo sobrevive no solo por décadas. Controle com variedades resistentes (genes I-1, I-2, I-3), enxertia em porta-enxertos resistentes, calagem e solarização do solo.
Necrose Letal do Milho
Maize chlorotic mottle virus + Sugarcane mosaic virus
A necrose letal do milho é causada pela co-infecção de MCMV e um potyvírus. Causa mosaico clorótico severo, necrose das folhas do centro para fora, morte do cartucho e necrose completa das espigas. Não há cura — controle com sementes certificadas livres de vírus, controle de tripes e cigarrinhas, variedades tolerantes e período livre de milho na área.
Oídio
Erysiphe spp. / Podosphaera spp.
O oídio é causado por fungos da ordem Erysiphales que produzem crescimento branco pulverulento na superfície das folhas. Afeta centenas de culturas diferentes. Controle com fungicidas à base de enxofre, bicarbonato de potássio, variedades resistentes, boa circulação de ar e evitando excesso de nitrogênio que produz folhagem suculenta e suscetível.
Pinta-Preta do Tomateiro
Alternaria solani
A pinta-preta do tomateiro é causada pelo fungo Alternaria solani. Produz manchas marrom-escuras com anéis concêntricos nas folhas inferiores, espalhando-se para cima. Controle com rotação de culturas, variedades resistentes, cobertura morta para evitar respingos do solo e aplicações de fungicidas à base de clorotalonil ou cobre ao primeiro sinal de sintomas.
Podridão Negra das Brássicas
Xanthomonas campestris pv. campestris
A podridão negra é a doença bacteriana mais importante das brássicas. Conheça os sintomas e estratégias de prevenção baseadas em sementes sadias.
Podridão Parda do Cacau
Phytophthora megakarya / P. palmivora
A podridão parda é a principal doença do cacau. Conheça os métodos de controle para proteger sua produção e reduzir perdas significativas.
Podridão Vermelha da Cana-de-Açúcar
Colletotrichum falcatum
A podridão vermelha da cana causa grandes perdas de açúcar e rendimento. Aprenda a identificar e prevenir esta doença devastadora.
Queima Bacteriana das Folhas do Arroz
Xanthomonas oryzae pv. oryzae
A queima bacteriana do arroz é causada por Xanthomonas oryzae. Produz lesões aquosas que começam nas margens das folhas e progridem em forma de V. Folhas ficam marrons e secas. Favorecida por excesso de nitrogênio e chuvas com vento. Controle com variedades resistentes, fertilização equilibrada, tratamento de sementes e aplicações de cobre.
Queima Bolhosa do Chá
Exobasidium vexans
A queima bolhosa afeta diretamente a colheita do chá. Conheça as medidas de controle para proteger seus brotos e manter a qualidade da produção.
Queima da Bainha do Arroz
Rhizoctonia solani AG-1 IA
A queima da bainha do arroz causa perdas significativas na produção. Conheça os sintomas e estratégias de manejo integrado para proteger seu arrozal.
Queima Foliar do Taro
Phytophthora colocasiae
A queima foliar do taro pode destruir plantações rapidamente. Conheça as medidas de controle para proteger esta cultura alimentar essencial.
Requeima da Batata
Phytophthora infestans
A requeima da batata é causada por Phytophthora infestans. Produz manchas encharcadas escuras nas folhas com esporulação branca, lesões nos caules e podridão firme marrom nos tubérculos. Aplique fungicidas preventivos (mancozebe, clorotalonil) antes das chuvas, use variedades resistentes, destrua fontes de inóculo e faça dessecação da rama antes da colheita.
Requeima do Tomateiro
Phytophthora infestans
A requeima do tomateiro é causada por Phytophthora infestans. Cria lesões encharcadas cinza-esverdeadas que rapidamente se tornam marrom-escuras, com mofo branco na parte inferior das folhas em condições úmidas. Pode destruir lavouras em dias. Aplique pulverizações preventivas de cobre ou mancozebe, destrua plantas infectadas imediatamente e use variedades resistentes.
Roseta do Amendoim
Groundnut rosette virus (GRV) + Groundnut rosette assistor virus (GRAV)
A roseta do amendoim causa nanismo severo e pode devastar lavouras inteiras. Saiba como prevenir usando práticas culturais e controle de pulgões.
Sigatoka-Negra (Risco Negro da Folha)
Mycosphaerella fijiensis
A sigatoka-negra é causada por Mycosphaerella fijiensis e é a doença foliar mais importante da bananeira. Causa estrias marrom-escuras a pretas nas folhas que se expandem rapidamente em manchas necróticas. Controle com programas de pulverização sistemática (mancozebe, propiconazol), desfolha sanitária, drenagem adequada e variedades resistentes.
Vírus da Estria do Milho
Maize streak virus (MSV)
O vírus da estria do milho é transmitido por cigarrinhas Cicadulina e causa estrias amarelas irregulares ao longo das nervuras das folhas. Infecção precoce pode causar perda total. Controle com variedades resistentes (gene msv1), semeadura no início da estação chuvosa, controle de cigarrinhas com imidacloprido e remoção de gramíneas hospedeiras ao redor do campo.
Vírus do Enrolamento Amarelo das Folhas do Tomateiro
Tomato yellow leaf curl virus (TYLCV)
O vírus do enrolamento amarelo das folhas do tomateiro (TYLCV) é um begomovírus transmitido por moscas-brancas (Bemisia tabaci). Plantas infectadas mostram enrolamento das folhas para cima, amarelecimento das margens foliares, crescimento atrofiado e queda de flores. Não há cura — o manejo depende de variedades resistentes, controle de moscas-brancas com nim ou imidacloprido, mulches reflexivos e telas à prova de insetos.
Vírus do Topo em Roseta da Bananeira
Banana bunchy top virus (BBTV)
O vírus do topo em roseta da bananeira (BBTV) é transmitido pelo pulgão Pentalonia nigronervosa. Causa folhas cada vez menores e aglomeradas no topo, com margens amareladas e listras verde-escuras nas nervuras. Não há cura — erradique plantas infectadas, use mudas de cultura de tecidos livres de vírus e controle pulgões com imidacloprido.